Cibercultura são as novas formas que se dão as trocas de informações entre as sociedades e suas culturas com as novas tecnologias. Aprendemos uma nova forma de colher informações. Saímos por força deste modo convencional de se comunicar, onde antes, um ou poucos eram responsáveis por emitir e receber informações e absorvemos este novo modelo, pois agora, desde que possua a tecnologia necessária, qualquer indivíduo pode emitir, receber e comunicar de qualquer lugar do planeta.
Por: Caroline Martins
terça-feira, 5 de abril de 2011
Pierre Levy X Baudrillard
Tanto Baudrillard como Lévy ganham espaço nas discussões quando o assunto é virtual. Em minha opinião Baudrillard é mais pessimista, mas não deixa de ser realista. O ponto de vista de Baudrillardl é diferente da visão de Lévy. Baudrillard ressalta que o virtual se “dá as custa do real”. Já Lévy , nomeia o virtual como evolução dos processos comunicacionais. Apoio Lévy, acho que a partir do momento em que o homem começa a se comunicar, independente da forma de comunicação tem esta característica de sempre procurar novos sentidos e o virtual contribui para essa evolução.
Postado por: Caroline Martins 5° per. noturno
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CIDs: uma boa forma de inclusão digital
Atualmente empresas de grande porte se importam bastante em firmar um compromisso com a responsabilidade social. Um grande exemplo disso é a Fundação Bradesco, que criou os CIDs (Centros de Inclusão Digital). O projeto está no ar desde 2004, e tem como objetivo promover a inclusão digital para as crianças pertecentes a comunidades carentes. Os CIDs funcionam como unidades, e atualmente existem 113 espalhadas pelo Brasil.
Goiânia conta com duas unidades, ambas instaladas em Aparecida de Goiânia. Os cursos básicos oferecidos pelas CIDs são: introdução à Informática, conhecimento básico sobre Windows, pacote Office, Internet, Fundamentos de Rede, entre outros.
De acordo com as estatísticas do site oficial (www.cid.org.br), estima-se que mais de 520 mil crianças já tenham recebido atendimento pelas CIDs espalhadas em todo o país. Interessante, não?
Por Mônica Parreira, noturno.
Goiânia conta com duas unidades, ambas instaladas em Aparecida de Goiânia. Os cursos básicos oferecidos pelas CIDs são: introdução à Informática, conhecimento básico sobre Windows, pacote Office, Internet, Fundamentos de Rede, entre outros.
De acordo com as estatísticas do site oficial (www.cid.org.br), estima-se que mais de 520 mil crianças já tenham recebido atendimento pelas CIDs espalhadas em todo o país. Interessante, não?
Por Mônica Parreira, noturno.
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Sobre pensamentos opostos
É incrível como a opinião de duas pessoas pode ser tão oposta. Pierre Lévy e Jean Baudrillard oferecem um belo exemplo disso. O tema é comunicação virtual, e as visões são completamente contrárias. Tal fato me dá uma única opção: adotar um dos lados como a definição do correto. Pois que assim seja, voto em Levy.
Pessimista, Baudrillard afirma que “a comunicação virtual é o fim da era da comunicação”. Ora, como pode essa afirmação ser coerente, se o próprio termo em questão adota a palavra “comunicação”?
Levy analisa a situação de outra forma, dizendo que “a virtualização é a criação de novos sentidos; ela é uma característica da própria comunicação”. Ponto para ele. Se a virtualização representa o fim da era da comunicação, como afirma Baudrillard, imagine quantas vezes o processo de evolução humana e tecnológica já recebeu esse tipo de acusação. Do surgimento de “pombos-correios”, passando pelo telegrama, impessão de jornais, telefones, rádios e TV’s, até chegar à Internet. Tudo faz parte de um processo de adaptação ao qual o ser humano precisa estar inserido. Caso contrário, ainda estaríamos na Idade da Pedra.
E digo mais: não me espantaria ao descobrir que a Internet é um mecanismo de comunicação que daqui a alguns anos estará “ultrapassada”; mas este é um assunto para o futuro. Na minha opinião, Levy faz a leitura correta com relação ao valor-notícia e a administração disso na comunicação virtual ao afirmar que “os sujeitos sociais não participam em igualdade de condições: há os que possuem o poder de definir socialmente o que deve ser considerado como informação”. Esse mecanismo ocorre desde a criação e definição de comunicação, e não é agora que vai parar, não é mesmo? Então que venha a virtualização e suas mutações para a evolução humana!
Por Mônica Parreira
Pessimista, Baudrillard afirma que “a comunicação virtual é o fim da era da comunicação”. Ora, como pode essa afirmação ser coerente, se o próprio termo em questão adota a palavra “comunicação”?
Levy analisa a situação de outra forma, dizendo que “a virtualização é a criação de novos sentidos; ela é uma característica da própria comunicação”. Ponto para ele. Se a virtualização representa o fim da era da comunicação, como afirma Baudrillard, imagine quantas vezes o processo de evolução humana e tecnológica já recebeu esse tipo de acusação. Do surgimento de “pombos-correios”, passando pelo telegrama, impessão de jornais, telefones, rádios e TV’s, até chegar à Internet. Tudo faz parte de um processo de adaptação ao qual o ser humano precisa estar inserido. Caso contrário, ainda estaríamos na Idade da Pedra.
E digo mais: não me espantaria ao descobrir que a Internet é um mecanismo de comunicação que daqui a alguns anos estará “ultrapassada”; mas este é um assunto para o futuro. Na minha opinião, Levy faz a leitura correta com relação ao valor-notícia e a administração disso na comunicação virtual ao afirmar que “os sujeitos sociais não participam em igualdade de condições: há os que possuem o poder de definir socialmente o que deve ser considerado como informação”. Esse mecanismo ocorre desde a criação e definição de comunicação, e não é agora que vai parar, não é mesmo? Então que venha a virtualização e suas mutações para a evolução humana!
Por Mônica Parreira
Mídias sem fronteiras
Por Fabricio Oliveira e Rayane Ferreira
As novas mídias de comunicação não tem mais fronteiras entre si. A interatividade que as novas tecnologias dão aos meios de comunicação, quebra qualquer barreira entre qualquer que seja a dificuldade em interliga-las.
Desta forma quem está no Japão pode ficar por dentro do que acontece no estado da Bahia no Brasil, e se for de sua escolha até mesmo opinar e fazer presente no assunto exposto. As grandes redes sociais e a ligação dos meios de comunicação através de varias mídias, nos deixa carregados de informações. Mas será que esse acumulo de informação nos faz bem?
A chuva de informações que nos é jogada e transmitida a todo momento é adquirida por osmose, não há sequer tempo para formularmos um pensamento critico a respeito do que é lido ou vivenciado por nós. Com todo mundo tendo a oportunidade de divulgar e expor o que bem entende, fica difícil de distinguir o que é verdadeiro e o que esta claramente sendo dito de forma correta, varias são as informações equivocadas lida e entendidas como verdades pelos leitores.
Por outro lado a interatividade entre as mídias existentes aproxima a humanidade, cria e faz crescer a globalização. Cultura alguma passa a ser desconhecida, tudo esta ao nosso alcance. Em vista disto o ser humano necessita o mais rápido possível se policiar e ter a percepção do que lhe é benéfico ou não, antes que o choque e o acumulo de informação o deixa na verdade afastado da realidade.
Por Fernanda Camargo Ferreira
Tanto Baudrillard como Lévy ganham espaço nas discussões sobre o virtual. Baudrillard é mais pessimista não deixando de ser realista, a caracterização dele de virtual difere da visão de Lévy, o primeiro ressalta que o virtual se “dá as custa do real” que se esvazia. Já Lévy grosso modo, caracteriza o virtual como evolução dos processos comunicacionais. Em minha opinião os dois sociólogos têm espaço e o que teorizam faz sentido na nossa realidade seja ela virtual; atual ou real.
Exemplo:
Muitos falam que “As relações entre as pessoas estão mais superficiais”, isso acontece pelo fato do número de “conhecidos” aumentarem consideralvemente devido as rede sociais, portanto como manter uma relação mais profunda com todos os amigos do Orkut ou do Facebook? É uma tarefa meio improvável.
Neste ponto a virtualização toma espaço, interligando várias pessoas ao mesmo canal. Se por um lado perde um pouco os contatos “reais”, os “virtuais” ganham espaço e como Lévy afirma ocorre uma evolução nos processos comunicacionais. Não tenho uma opinião engessada a respeito destes dois, a cada dia percebo que um e outro estão certos em algum ponto, mas não podemos negligenciar o virtual que atualmente está tão presente!!!!!!!
Tanto Baudrillard como Lévy ganham espaço nas discussões sobre o virtual. Baudrillard é mais pessimista não deixando de ser realista, a caracterização dele de virtual difere da visão de Lévy, o primeiro ressalta que o virtual se “dá as custa do real” que se esvazia. Já Lévy grosso modo, caracteriza o virtual como evolução dos processos comunicacionais. Em minha opinião os dois sociólogos têm espaço e o que teorizam faz sentido na nossa realidade seja ela virtual; atual ou real.
Exemplo:
Muitos falam que “As relações entre as pessoas estão mais superficiais”, isso acontece pelo fato do número de “conhecidos” aumentarem consideralvemente devido as rede sociais, portanto como manter uma relação mais profunda com todos os amigos do Orkut ou do Facebook? É uma tarefa meio improvável.
Neste ponto a virtualização toma espaço, interligando várias pessoas ao mesmo canal. Se por um lado perde um pouco os contatos “reais”, os “virtuais” ganham espaço e como Lévy afirma ocorre uma evolução nos processos comunicacionais. Não tenho uma opinião engessada a respeito destes dois, a cada dia percebo que um e outro estão certos em algum ponto, mas não podemos negligenciar o virtual que atualmente está tão presente!!!!!!!
Lévy x Baudrillard
Pierre Lévy e Jean Baudrillard são dois pensadores que tem opiniões diferentes sobre a comunicação virtual. Lévy acredita que esta comunicação seja um processo da vida social, a evolução da comunicação. Já Baudrillard julga o virtual como o “esvaziamento do real” e o fim da comunicação. Acredito e defendo o pensamento de Pierre Levy, pois a tecnologia facilita a comunicação, e através do virtual podemos evoluir, conhecer outros lugares sem sair de casa, nos atualizar, com novas informações e novos conhecimentos.
Katiuska Barrera - Matutino
Katiuska Barrera - Matutino
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